As cinzas são o símbolo da fragilidade e pequenez humana. Exemplo: Gêneses 18.12 “Abraão continuou: ‘Eu me atrevo a falar ao meu Senhor, embora eu seja pó e cinza’ “. É um dos mais antigos sinais de penitência.
A Quaresma é, finalmente, um grande símbolo de nossa vida terrena que, no fim das contas, não passa de uma preparação para a nossa própria Páscoa (Gn 3,19) “Lembra-te, homem, que és pó, e em pó te hás-de tornar”
Esta lembrança nos ajuda à uma tomada de consciência quanto a nossa própria vivência. Somos seres sociais, por isso, Quaresma é tempo propício para “balanço vital” e para que haja um resultado positivo é necessário, passar por revisão todas as nossas atitudes, quer pessoais, familiares, profissionais e tudo o que implica a nossa vida. Depois disto vejamos a nossa atitude frente ao que nos rodeia. Podemos buscar o ensinamento do Papa Francisco pedindo que vivamos a cultura da solidariedade que cuidemos para qual não haja desperdício.
No ano que findo experimentamos o sentimento positivo da solidariedade e doação. Foi um gesto que manifestou união. Gestão que não é para ser de vanglória mas para ser cultivado como prática em nossas vidas. Conforme nosso Papa “a verdadeira caridade que Jesus nos deixou, é a do bom Samaritano, do socorro aos doentes, aos presos, aos drogados, aos famintos, aos nus, aos pequenos, etc.”
A Igreja durante este tempo da quaresma nos pede que vivamos conforme a verdadeira caridade.

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