Discursando no acto de abertura do XXXIII Conselho Geral da Caritas de Angola, que decorre em Luanda desde quarta-feira última, dia 21 de Novembro de 2012, Sua Excia  Rev.ma. Dom Óscar Braga, Bispo Emérito de Benguela afirmou que “a Caritas precisa das mãos de todos. É só de mãos dadas que nós podemos construir esta nossa Nação e tornarmos um povo de progresso e feliz que queremos”.

Dom Óscar Braga, participou nas sessões de trabalhos dos três dias de duração deste evento de periodicidade anual da Caritas de Angola, passando o seu testemunho da vivência desta instituição da Igreja Católica, da qual já fora Presidente durante 9 anos, numa altura que o Pais esteve assolado pela guerra civil. Clique aqui para ler todo o discurso.

Os participantes ao XXXIII Conselho Geral da Caritas de Angola realizado entre os dias 21 a 23 de Novembro e orientou os trabalhos em torno aos seguintes objectivos:

  1. Definir as estratégias da Caritas de Angola para os próximos 5 anos (2013 a 2017) através da avaliação do Plano estratégico atual e definição das estratégias e ações para o futuro a constar em um novo Plano estratégico a ser aprovado e promulgado pela Assembleia Geral em Março de 2013;
  2. A divulgação para a implementação dos novos Estatutos, a análise do Diretório para as Caritas  Diocesanas e o manual de Procedimentos;
  3. O desenvolvimento das 5 Regiões da Caritas e o lançamento da pagina Web e Base de Dados da Caritas de Angola.
  4. A realização da 1ª edição da Porta Aberta da Caritas de Angola, se propõe ser uma primeira experiencia,  espaço de convivência, troca de experiencias, exposição dos resultados de iniciativas  com as comunidades.

A questão do voluntariado que é um serviço às pessoas, grupos e comunidades, sobretudo os mais vulneráveis, mereceu igualmente preocupação dos participantes, clarificando as dúvidas sobre o papel desinteressado que desenvolvem. Dom Oscar Braga recordou que “o voluntariado é um compromisso a ser assumido pelo voluntário com a comunidade e a ser levado adiante com a máxima responsabilidade”.

Por outro lado, recordou-se que as Caritas Diocesanas se empenhem mais na busca de alternativas para sua sustentabilidade de forma a terem capacidade de manter pelo menos um mínimo de serviços e recursos humanos necessários para seu funcionamento sem depender para tal de financiamentos externos.

Os delegados destacaram ainda como mais valia a organização das 5 regiões da Caritas como um elemento de aproximação e partilha de boas práticas, permite uma troca de sinergias e projectos para, responder às necessidades comuns das comunidades, entre as várias Caritas Diocesanas que formam a região.

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